Versão para impressão
Conteúdos Programáticos dos cursos do EAD-EJEF



Navegar usando este índice

Especial | A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O
P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z | Todos

Página:  1  2  3  (Próximo)
  Todos

A

:
O TEMPO
1. Integração
2. Um pouco de conversa

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
1. Mitos sobre Administração do Tempo
2. O que é Administração do Tempo
3. As três esferas da Administração do Tempo
4.Diferença entre Urgência, Importância e Prioridade

COMO GERENCIAR
1. Mudanças de hábitos
2. Objetivos - Dicas para formulação de objetivos
3. Metas
4.Dicas importantes para aproveitamento eficaz do tempo:
- Lista Mestra
- Agenda
- Recomendações
:
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Parte I – Aspectos legais e procedimentais da Adoção Internacional

1- Critério de Diferenciação entre Adoção Nacional e Adoção Internacional
2- Legislação pertinente ao tema
3- As Comissões Estaduais Judiciárias de Adoção
3.1- Procedimentos da CEJA-MG
4- Trâmite da adoção na comarca de origem - Vara da Infância e da Juventude
5- Documentação da criança/do adolescente adotado
6- Organismos credenciados
7- Adoção de criança/adolescente residente no exterior

Parte II - Aspectos psicossociais

1- Aspectos psicossociais
2- Preparação da criança/do adolescente para adoção
3- Estágio de convivência
4- Aspectos psicológicos e sociais relativos à adaptação da criança/do adolescente adotada/o
5- Acompanhamento pós-adotivo


Parte III - Acompanhamento de crianças e adolescentes sob medida protetiva de acolhimento familiar ou institucional

1- Acompanhamento de crianças e adolescentes sob medida protetiva de acolhimento familiar ou institucional
2- Itens verificados por meio da análise do Art. 131 do Provimento nº 161/CGJ/2006

Parte IV - Dados estatísticos

1- Perfil de crianças e adolescentes inscritos na CEJA-MG
2- Perfil dos pretendentes habilitados na CEJA-MG
3- Número de adoções internacionais em Minas Gerais
4- Texto Complementar: Análise dos dados estatísticos referentes ao perfil dos pretendentes nacionais e estrangeiros e ao perfil de crianças/adolescentes aptos à adoção
5- Conclusão
:
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. INTRODUÇÃO
2. ATOS DE COMUNICAÇÃO
2.1. Conceito
2.2.Tipos de atos de comunicação
2.3. Elementos formadores dos atos de comunicação

1ª PARTE: ASPECTOS GERAIS SOBRE OS ATOS DE COMUNICAÇÃO
3.1. DIA E HORÁRIO PARA REALIZAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS
3.2. LUGAR PARA REALIZAÇÃO DOS ATO PROCESSUAIS
3.3. CAPACIDADE PARA A PRÁTICA DOS ATOS PROCESSUAIS
3.4. ASSINATURAS
3.5. PRAZOS PARA REALIZAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS

2ª PARTE: ASPECTOS ESPECÍFICOS SOBRE OS ATOS DE COMUNICAÇÃO
4.1. CITAÇÃO
4.2. INTIMAÇÃO
4.3.NOTIFICAÇÃO
4.4.CIENTIFICAÇÃO
4.5.OFÍCIO

3ª PARTE: CUMPRIMENTO DO MANDADO PELO OFICIAL DE JUSTIÇA
5.1. Mandado
5.2. Requisitos legais
5.3.Momento da diligência
5.4. Medidas complementares
5.5. Número de diligências a serem realizadas para cumprimento de cada mandado.
5.6. Presença de testemunhas no ato da diligência
5.7. Incidentes inerentes ao cumprimento de mandados
5.8. Conteúdo da certidão exarada pelo Oficial de Justiça
5.9. Cumprimento dos atos de comunicação com data aprazada
6. SITUAÇÕES RELEVANTES ENVOLVENDO OS ATOS DE COMUNICAÇÃO
6.1. Pessoa física
6.2. Pessoa jurídica
6.3. Representante legal de empresa
6.4. Pessoa jurídica de direito público
6.5. Falecimento da pessoa indicada para a diligência.
6.6. Interditando
6.7. Funcionário público em local de trabalho
6.8. Militar em serviço
6.9. Réu / réu preso
6.10. Procedimento sumário
6.11. Citação em medida cautelar ou liminar
6.12. Citação no Processo de Execução Fiscal
6.13. Cumprimento de mandados com adolescente e menor infrator
6.14. Cumprimento de atos de comunicação envolvendo Juizados Especiais
7. PESSOAS LEGALMENTE APONTADAS PARA RECEBER E ASSINAR OS MANDADOS
8. ENUNCIADOS DOS JUIZADOS ESPECIAIS PERTINENTES AOS ATOS DE COMUNICAÇÃO
9. SÚMULAS DO STF PERTINENTES AOS ATOS DE COMUNICAÇÃO
10. SÚMULAS DO STJ PERTINENTES AOS ATOS DE COMUNICAÇÃO
11. BIBLIOGRAFIA
:
ATOS DE CONSTRIÇÃO PARA OFICIAIS DE JUSTIÇA

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Aspectos gerais dos atos de constrição
1.1 O que é constrição?
1.2 Fundamentos históricos
1.3 Princípios que justificam a constrição de bens
1.4 Objetivo da realização dos atos de constrição
1.5 Bens que podem ser objeto de constrição
1.6 Formalidades necessárias à execução dos atos de constrição
1.7 Incidentes que impedem a concretização dos atos de constrição
1.8 Contagem dos prazos processuais envolvendo os atos de constrição
2. Atos de constrição na execução cível
2.1 Penhora
2.2 Arresto
2.3 Sequestro
3. Atos de constrição na execução fiscal
3.1 Momentos históricos
3.2 Execução fiscal
3.3 Dos tributos
3.4 Aspectos teóricos e práticos da execução fiscal
3.5 Projeto de Lei da Execução Fiscal
4. Atos de constrição na execução penal

:
ATOS DE CONSTRIÇÃO PARA OFICIAIS DE JUSTIÇA CONFORME CPC/2015

- Comparação entre o CPC/1973 e o CPC/2015

- Resumo do CPC/2015 para Oficiais de Justiça

- Crimes de resistência, desobediência, e desacato, no cumprimento dos atos de Contrição e o CPC/2015

- Número de diligências para cumprimento de mandados envolvendo atos de constrição

- Lugar, horário e pessoas para cumprimento de mandados pertinentes aos atos de constrição

- Citação e intimação pertinente aos atos de constrição

- Execução Fiscal e o CPC/2015

- Penhora em bens de família

- Atos de constrição e cumprimento de mandados com hora certa

- Atos de constrição em comarca contígua

- Penhora de faturamento mensal

- Penhora de bem de sócio vinculado à sociedade empresarial

- Avaliação de bens

:
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Busca e apreensão
2.1 Despejo
2.2 Imissão na posse
2.3 Imissão provisória na posse
2.4 Constatação de abandono de imóvel e imissão na posse
3.1 Arrolamento de bens
3.2 Reintegração na posse
4.1 Acompanhamento de visita ao filho
4.2 Separação de corpos
4.3 Constatação de abandono de pessoas
5.1 Demolição
5.2 Entrega de bens
5.3 Entrega de pessoa
6.1 Manutenção na posse
6.2 Constatação do estado da obra
6.3 Embargo de obra nova
6.4 Restituição de bens
6.5. Retirada de bens
6.6 Vistoria de bens e pessoas
7.1 Depósito judicial
7.2 Remoção de bens
8.1 Mandado de afixação de sentença e aviso de convocação na porta da empresa
8.2 Mandado de lacração de empresa ou bens
8.3 Arrecadação de bens
8.4 Cancelamento de protesto
8.5 Sustação de protesto
9.1 Prisão civil
9.2 Contramandado de prisão
9.3 Réu preso - Cumprimento de mandados
10. Afastamento de pessoa do recinto familiar
11. Alvará de soltura
12. Plantão de habeas corpus e outras medidas urgentes

C

:
Curso Capacitação de Tutores para Educação On-line


1 - A Questão da Tutoria no Contexto da EAD

2 - A Rotina da Tutoria

3 - As ferramentas da interatividade

4 - Tutoria e o Moodle - Manual do tutor

:

Módulo 1 – Panorama Histórico e Legal dos Métodos Autocompositivos

Panorama histórico dos métodos consensuais de solução de conflitos. Legislação brasileira. Projetos de lei. Lei dos Juizados Especiais. Resolução CNJ 125/2010. Novo Código de Processo Civil, Lei de Mediação. A Política Judiciária Nacional de tratamento adequado de conflitos. Objetivos: acesso à Justiça, mudança de mentalidade, qualidade do serviço de conciliadores e mediadores. Estruturação - CNJ, Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e Cejusc. A audiência de conciliação e mediação do novo Código de Processo Civil. Capacitação e remuneração de conciliadores e mediadores.


Módulo 2 – Moderna Teoria do Conflito

Métodos de solução de conflitos. Heterocomposição e autocomposição. Moderna teoria do conflito. Conceito e estrutura. Mary Parker e a visão construtiva do conflito. Espiral do conflito. A resolução construtiva dos conflitos segundo Morton Deustch. Aspectos objetivos e subjetivos.


Módulo 3 – Comunicação Aplicada à Resolução de Conflitos

Teoria da comunicação. Axiomas da comunicação. Comunicação verbal e não verbal. Escuta ativa. Comunicação nas pautas de interação e no estudo do inter-relacionamento humano: aspectos sociológicos e aspectos psicológicos. Premissas conceituais da autocomposição.


Módulo 4 – Fundamentos da Negociação – Parte 1

Princípios da negociação: teoria dos jogos e equilíbrio de Nash.


Módulo 5 – Fundamentos da Negociação – Parte 2

Negociação. Conceito: integração e distribuição do valor das negociações. Técnicas básicas de negociação (a barganha de posições; a separação de pessoas de problemas; concentração em interesses; desenvolvimento de opções de ganho mútuo; critérios objetivos; melhor alternativa para acordos negociados). Técnicas intermediárias de negociação (estratégias de estabelecimento de rapport; transformação de adversários em parceiros; comunicação efetiva).


Módulo 6 – Código de Ética dos Mediadores e Conciliadores

Ética de conciliadores e mediadores. O terceiro facilitador: funções, postura, atribuições, limites de atuação. Código de Ética - Resolução CNJ 125/2010 (anexo). Exemplos de práticas em desacordo com o Código de Ética.


Módulo 7 – O Processo da Conciliação

Conceito e filosofia. Conciliação judicial e extrajudicial. Etapas da conciliação. Etapas (planejamento da sessão, apresentação ou abertura, esclarecimentos ou investigação das propostas das partes, criação de opções, escolha da opção, lavratura do acordo). Exemplos de casos. Técnicas (recontextualização, identificação das propostas implícitas, afago, escuta ativa, espelhamento, produção de opção, acondicionamento das questões e interesses das partes, teste de realidade). Finalização da conciliação. Formalização do acordo. Dados essenciais do termo de conciliação (qualificação das partes, número de identificação, natureza do conflito, etc.). Redação do acordo: requisitos mínimos e exequibilidade. Encaminhamentos e estatística.


Módulo 8 – Preparação da Mediação e Declaração de Abertura

Etapas da mediação - I - Pré-mediação (Declaração de abertura)


Módulo 9 – O Processo da Mediação

Mediação. Definição e conceitualização. Conceito e filosofia. Mediação judicial e extrajudicial, prévia e incidental. II - Mediação propriamente dita. Comediação (etapas: reunião de informações, agenda, acolhida, declaração inicial das partes, planejamento, esclarecimentos dos interesses ocultos e negociação do acordo). Redação dos acordos. Exemplos de casos. Áreas de utilização da conciliação/mediação empresarial, familiar, civil (consumerista, trabalhista, previdenciária, etc.), penal e justiça restaurativa; o envolvimento com outras áreas do conhecimento.


Módulo 10 – Metodologia da Mediação


O papel do conciliador/mediador e sua relação com os envolvidos (ou agentes) na conciliação e na mediação. Os operadores do direito (o magistrado, o promotor, o advogado, o defensor público, etc.) e a conciliação/mediação. Técnicas para estimular advogados a atuar de forma eficiente na conciliação/mediação. Contornando as dificuldades: situações de desequilíbrio, descontrole emocional, embriaguez, desrespeito. Técnicas ou ferramentas de mediação (recontextualização, identificação das propostas implícitas, formas de perguntas, escuta ativa, sessão individual, produção de opção, acondicionamento das questões e interesses das partes, teste de realidade ou reflexão).

:
CURSO COMISSÁRIOS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PRIMEIRA PARTE - ASPECTOS GERAIS

1. Acesso ao Cargo de Comissário da Infância e da Juventude
2. Atribuições do Comissariado da Infância e da Juventude
3. Das Proibições
4. Dos Deveres
5. Informações Gerais
6. Aspectos Gerais Sobre Fiscalizações
7. Dispositivos Importantes do Estatuto da Criança e do Adolescente
8. Modelos de Documentos

SEGUNDA PARTE - MÓDULO INFRACIONAL

1- Direito Infracional da Infância e da Juventude
2- Ato Infracional
3- Procedimento de apuração de ato infracional
4- Medidas Socioeducativas
5 - Sistema Socioeducativo
6 - Atribuições do Comissário da Infância e da Juventude referentes ao Direito Infracional
7 – Situações polêmicas
:
Curso Editor de Textos BrOffice Writer

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Introdução

Download e Instalação

Iniciando o BrOffice Writer - Apresentação

Funções Básicas do Writer

Funções Avançadas

Outras dúvidas frequentes sobre o BrOffice Writer

Comparando o BrOffice Writer com o Microsoft Word


Página:  1  2  3  (Próximo)
  Todos